Aniversário do Diretor Acadêmico do Colégio é celebrado com Oração

 

 

O dom da vida do Diretor Acadêmico do Colégio dos Jesuítas, Pe. José Robson Silva Sousa, SJ, que estará aniversariando no sábado (8), foi celebrado com uma cerimônia, nesta sexta-feira (7), na Capela Santo Inácio.

 

Seguindo os protocolos de proteção à saúde (uso de máscara, distanciamento social e número reduzido de convidados), o momento contou com a presença de educadores do Colégio, do Orientador Espiritual, Pe. Cabada, SJ, e do Irmão Napoleão, SJ, jesuíta recém-chegado a Juiz de Fora, que irá colaborar na missão pastoral da Formação Cristã.

 

Durante a cerimônia, o Diretor Geral, Professor Edelves Rosa Luna, leu o Evangelho e destacou que a Palavra fala de amizade: “Não somos servos, somos amigos do Senhor”. Também agradeceu ao Diretor Acadêmico pela dedicação e serviços ofertados à instituição e ressaltou o valor do momento de alegria em um ano de sofrimento, perdas familiares e de instabilidade.

 

Grato pela cerimônia, o Pe. Robson, SJ, finalizou a cerimônia com uma bênção e usou o exemplo de Maria, que caminhou na dificuldade para inspirar os espectadores: “Que possamos saber que o Senhor está conosco em qualquer atribulação”, partilhou o Diretor.

Solidariedade: Colégio dos Jesuítas arrecada mais de 385 kg para a campanha Juiz de Fora Solidária

 

Durante o mês de abril, o Colégio dos Jesuítas foi um dos pontos de coleta da campanha “Juiz de Fora Solidária”, promovida pela Prefeitura. Na instituição, foram arrecadados mais de 385,085 kg de mantimentos como arroz, feijão e leite em pó. Outros 85,1 litros de produtos, como, por exemplo, leite, detergente e óleo de soja também foram arrecadados.

 

Na sexta-feira (30/04), os donativos foram entregues ao Programa Mesa Brasil, do Sesc Zona da Mata – entidade responsável por distribuir o material entre as instituições de caridade da região, cadastradas no projeto.

 

Além de ser ponto de coleta de doações, o Colégio dos Jesuítas também fez a sua própria colaboração para a campanha: 65 cestas básicas foram doadas – o número foi escolhido em referência ao aniversário de 65 anos do Colégio. A iniciativa teve o objetivo de contribuir com 65 famílias do município.

 

O Colégio também recebeu algumas doações de produtos de higiene e limpeza pessoal.

 

Agradecemos aos educadores, estudantes e suas famílias que contribuíram com a iniciativa!

#CONECTAR: Dia Internacional da T21 (Síndrome de Down) 2021

Não podemos deixar de sinalizar, mas o ano de 2020 foi cheio de desafios e incertezas, não só no Brasil, mas em todo o mundo, e nós criamos novas maneiras de nos conectarmos uns com os outros, nas mais diversas esferas. Inovamos no ensino remoto, no home office e nos atendimentos cotidianos, dentro da diversidade e de acordo com as possibilidades.

 

O Dia Internacional da Síndrome de Down (T21), comemorado no dia 21 de março, é uma oportunidade anual única para a comunidade global da T21 (Síndrome de Down) se conectar ainda mais, de forma possível e segura, visando os tempos atuais. A proposta da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down é uma renovação para nos CONECTARMOS para que possamos “compartilhar ideias, experiências e conhecimentos; capacitar uns aos outros para defender direitos iguais para pessoas com a T21 (Síndrome de Down), e alcançar as principais partes interessadas para gerar mudanças positivas”. É importante pensarmos num trabalho pontual e assertivo com as pessoas com a T21, desde a estimulação precoce, a inclusão escolar, o desenvolvimento de habilidades e competências, até o emprego apoiado (inclusão além das cotas).

 

Para quem não tem contato ou desconhece a T21 (Síndrome de Down), precisa conhecer um pouco. É muito importante conhecer para se respeitar.

Hoje, a nomenclatura mais comum é a Síndrome de Down, mas muitas vezes as pessoas não sabem de onde vem a natureza desse nome e, muito menos, que atualmente existe um movimento para reformulá-lo. Na verdade, essa reformulação não é a primeira vez que acontece. John Langdon Haydon Down, um médico britânico reconhecido pelo extenso trabalho com crianças com deficiência mental, descreveu em 1866, pela primeira vez, as características de uma criança com a Síndrome de Down. John Down identificou que algumas crianças, mesmo filhas de pais europeus, tinham características físicas similares ao povo da Mongólia. Por isso, as pessoas com a Trissomia do cromossomo 21, passaram a ser chamadas de ‘mongóis ou mongolóides’ e a Trissomia do cromossomo 21 de ‘mongolismo’, inclusive na literatura médica. Essa descoberta foi contestada pela comunidade científica. A nomenclatura, que era considerada pejorativa, passou a se chamar Síndrome de Down, em homenagem ao médico que a descreveu. Mas o sobrenome do John era Down, que na língua inglesa significa “baixo, para baixo, por baixo”, para muitos, continuou a ser uma nomenclatura pejorativa. Então, surgiram vários movimentos opostos a essa forma de nomear, como “Meu Down é Up”, “Eu sou mais Up”, “Movimento T21”, entre outros. Popularizando a crença que o nome Síndrome de Down tem relação com a tradução da palavra down, razão pela qual muitas pessoas escrever síndrome de ‘down’ com letras minúsculas, se esquecendo ou mesmo, sem o conhecimento, que trata-se de um nome próprio e portanto deve ser escrito, impreterivelmente, com letra maiúscula.

 

Agora, pesquisando um pouco mais a respeito, a data internacional será celebrada pela 16ª vez, em todo mundo, e com ela temos conseguido muitos avanços e visibilidade para as pessoas com a T21 (Síndrome de Down). Para quem não sabe, o Brasil foi o responsável pela inclusão do dia no calendário da ONU e anualmente é o país que organiza o maior número de eventos comemorativos, com a ressalva do período da pandemia que vivemos. Nesses últimos tempos, muitos lugares têm organizado eventos remotos. Consultando as instituições responsáveis, podem ser visualizados os eventos programados.

 

Participe, respeite, conecte-se com a diversidade!

 

Por Melissa Martins
Agente na Formação Cristã

Antiga aluna conquista diploma de musicista internacional de flauta

A antiga aluna do Colégio dos Jesuítas, Edwirges Margarita da Silva Apolinário, foi premiada em uma competição/audição da “International Orchestra Auditions Awards”, um programa artístico e de treinamento da “Samnium International University of Music”, renomada universidade, localizada na Itália, formada por um grupo de músicos consagrados no panorama mundial da música Clássica – Sinfônica e Operística.

 

 

A jovem, que concluiu o Ensino Médio Integral em 2019, conquistou o 3º prêmio no concurso (realizado de forma remota e que contou com a participação de músicos de mais de 60 países), conferindo a ela um diploma de musicista internacional de flauta transversa.

 

 

Atualmente, Edwirges está realizando o curso de Música na Universidade Federal de Juiz de Fora e destaca que as experiências artísticas proporcionadas pelo Colégio, como o Coral e as aulas de Teatro, fizeram expandir sua linha de pensamento sobre as artes e a ajudaram a crescer como musicista e a entender a diferença que seu trabalho artístico pode fazer na vida de outras pessoas, pois, para ela, “a arte é importante a arte transforma, a arte traz vida!”.

 

 

“Minha fase no Colégio dos Jesuítas foi muito importante, já que desde nova eu tinha como objetivo principal estudar música. Conseguindo a bolsa no Colégio, eu tive melhores condições de estudar para os vestibulares e alcançar minha meta de ingressar na faculdade de música”, finaliza Edwirges.

 

 

O Colégio dos Jesuítas parabeniza a antiga aluna e deseja que sua caminhada seja repleta de realizações!

 

A essencialidade da Educação

Pensar a Educação é pensar sobre a vida humana. A Educação possibilita a aprendizagem, e esta, por sua vez, traz liberdade, abre horizontes, motiva o desenvolvimento do ser humano. O conhecimento, ato de compreender por meio da razão e/ou da experiência, torna-se, portanto, uma ferramenta eficaz na construção de uma sociedade mais justa e humana.

 

Mas há liberdade sem sacrifícios? O caminho para a construção do conhecimento nos impõe desafios consideráveis, uma vez que apresenta como pré-requisito a disponibilidade e a motivação de quem o percorre.

 

O olhar para o papel da escola e sua relevância na vida de todas as pessoas é indiscutível, a educação escolar, essência desta instituição, torna-se responsável pela constituição do sujeito. E é nesta premissa que a escola trilha seu fazer pedagógico. Tendo como alguns de seus objetivos proporcionar a aprendizagem científica, a experiência, as descobertas e o repensar sobre algo, a escola assume o compromisso de disponibilizar arcabouços para que todos possam apreender de acordo com suas potencialidades. Numa atitude de respeito, compromisso e responsabilidade com a educação, a escola torna-se o “lugar comum”, onde a busca pela informação precisa ser constantemente incentivada, através de insumos que propiciem a autonomia, o engajamento e o desenvolvimento do estudante.

 

A Educação nos traz a possibilidade de pensarmos o mundo e as relações de maneiras diferentes, baseando-nos em valores, crenças e saberes específicos. Neste sentido, a escola torna-se um excelente lugar, de fato, para a concretude desta possibilidade. Pautada por um currículo integrador, sistêmico e bem articulado com a realidade, a instituição escolar busca a garantia de uma educação integral adequada e de qualidade para todos os estudantes.

 

Proporcionar condições para o diálogo, para a reflexão, para a interação e para a construção do conhecimento é um grande desafio da escola como instituição que favorece a aprendizagem através das relações com o meio, consigo e com o outro. A percepção de que todos são diferentes, únicos, mas igualmente valiosos, contribui para o exercício do respeito ao próximo e para o entendimento de que há, na diversidade, um potencial sem limites para o desenvolvimento da sociedade. Neste sentido, destaco a relevância de uma educação escolar na integralidade e faço uma analogia com um quebra-cabeças, que apresenta todas as suas peças diferentes e só pode ser totalmente completado e contemplado quando estas partes estão em perfeita harmonia.

 

Por Prof.ª  Danielle França Simas

Orientadora Pedagógica